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As "garrafas de leyden" (capacitores) foram construídos usando cano de pendurar toalha de banheiro (de plástico transparente) revestidos por dentro e por fora de folha de papel alumínio, de cozinha. Tampos superior e inferior foram feitos torneando-se peças de teflon.
Cheguei a obter valores de tensão de até cerca de 55kV, medidos com meu voltimetro eletrostático.

Aula que apresentei na escola Ivo Corceuil, usando a máquina de Wimshurst. A aluninha, Alice, ficou muito impressionada com as faíscas do "professor Luiz" !

Outra foto, mostrando também o primeiro gerador Van de Graaff que construí e doei para a escola.
Edited on 2007-05-16 10:51:35 by LuizAlbertoFeijo
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Todas as conexões foram feitas com tubos de cobre (destes usados em refrigeração) soldados com estanho; as esferas são puxadores de um velho guarda-roupas, doadas por minha mãe (obrigado, totoquinha!;-0). os setores são recortados de uma folha de alumínio, as semi-esferas coladas nos setores são rebites de calças jeans. Os eixos são de cobre, e sobre eles giram peças de teflon (meu primeiro trabalho em meu pequeno torno). As correias são de borracha, do tipo usado como correia em gravadores de áudio. Os discos, de 30 cm de diâmetro, são de acrílico.

Detalhe da fixação dos terminais de descarga

Os novos coletores de carga

Vista do eixo inferior

Detalhe da conexão da garrafa de Leyden

Detalhe do neutralisador que usa molas

A máquina em operação
Edited on 2007-05-16 10:48:03 by LuizAlbertoFeijo
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podem ser vistas as primeiras garrafas de Leyden, em garrafas de refrigerante

Garrafas de refrigerante
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Minha primeira máquina de Wimshurst
Abaixo reproduzo algumas fotos de minha primeira máquina de Wimshurst. Como pode-se verificar, sua construção foi bastante rudimentar, usando partes e peças usadas, mas os resultados foram muito bons: faíscas de até 12 cm foram obtidas em dias secos.
Ela tem algumas particularidades interessantes. Como não consegui fazer escovas suficientemente flexiveis e resistentes, optei por colar calotas cromadas sobre os setores e realizar o contato dos neutralizadores através de pequenas molas. Apesar do ruído gerado, o sistema mostrou-se bastante resistente e os alunos da escola que a utilizam já comprovaram a robustez do conjunto (!!!). Ela foi sendo aperfeiçoada à medida em que fui utilizando-a.
Nas fotos abaixo voce poderá constatar algumas destas mudanças: primeiro nos neutralizadores, depois nos coletores de carga.
As primeiras garrafas de Leyden que construí foram implementadas em pequenas garrafas de refrigerante PET. Elas funionaram bem no princípio, mas logo que melhorei o desempenho da máquina elas furaram o dielétrico devido ao incremento de tensão obtido. Estimando a tensão necessária para isto acontecer concluí que se pode usar estas garrafinhas de plástico para diferenças de potencial de até, no máximo, 20 kV (como elas são colocadas em série na máquina suportam tensões de até 40 kV supondo uma distribuição igual de cargas em ambos os pólos).
Esta máquina é usada hoje para demonstrações em uma escola pública em Porto Alegre (Colégio Estadual Ivo Corceuil). Depois dela construí uma
segunda máquina, e depois uma
terceira.
Primeira versão de minha primeira máquina - nela os neutralisadores tocam o disco através de cordas de aço de violão , mas quebravam com frequencia.
Testei então roletes mas o barulho foi muito grande.
CategoryAltaTensao